Nestes dias, a lutadora brasileira Cris Cyborg foi alvo de uma polêmica criada por causa de uma tentativa de fazer o teste de antidoping.

O resultado desta intenção de testar o doping da brasileira foi a prisão dos coletores no final de semana. Conforme foi informado pela líder da equipe onde a lutadora treina, aparentemente, haveriam irregularidades nos documentos dos profissionais, falsos testemunhos e suborno.

O caso saiu à luz por comentários postados por alguns jornalistas nas redes sociais. Especificamente, o jornalista Lain Kidd postou que “alguém chamou à polícia para impedir que os coletores da Agência Antidoping dos EUA, enviados para pegar amostras, pudessem levá-las para fazer exames.”

Por sua parte, assim que isso foi conhecido, Cyborg utilizou as redes sociais para dar a sua palavra explicando que não estava envolvida no chamado à polícia nem na prisão dos coletores. Segundo ela confirmou para todos os seguidores e jornalistas, não houve nenhum tipo de resistência sua e entregou a amostra sem hesitação.

Porém, apesar de já ter dito isso, ela deu outra explicação sobre o assunto em um post inglês. Nesta ocasião, a campeã peso-pena disse que os coletores não eram tailandeses e que a maneira de coletar as amostras era diferente, apresentando diferenças procedimentais, se comparada com a normal. Após ter dito esse comentário, a lutadora, por fim, falou que foi o hotel onde está hospedada que solicitou a presença do pessoal policial.

O ocorrido deu para criar bastante confusão e polêmica, tanto com os fãs quanto no ambiente profissional. Por esse motivo, o dono da Phuket Top Team, Boyd Clarke, explicou no fórum The Underground como foi a situação. Ele deu a sua versão da história, contando que a lutadora está hospedada em um hotel do qual ele é proprietário e que o pessoal que trabalha no local suspeitou de um casal sem identificação que agiu estranho, perguntando pela Cris Cyborg. O problema ocorreu porque, por normas da Tailândia, as amostras unicamente podem ser solicitadas por policiais, e os coletores pediram as amostras de urina sem autorização. O que foi confirmado pela polícia. Pelo que a polícia mesma enviou pessoal para investigação.

Depois de bastante pesquisa de informações, foi descoberto que o casal, proveniente da Singapura, foi para coletar a amostra, motivo que levou à sua detenção. Até mesmo foi conhecido que eles ofereceram propinas aos policiais para serem liberados.

Além disso, o mais importante é que Clarke confirmou a lutadora não ter sido culpada de nada e sempre ter colaborado, no início quando não sabia das irregularidades dos coletores e depois no esclarecimento do conflito.

Tentativa de teste para doping à Cris Cyborg
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